Diário25/01/2010 23h02
Distante...
Desde maio de 2009 não escrevo uma linha neste diário. Que vergonha! Mais quatro meses e minha ausência completaria um ano. Correia? Preguiça? Falta de tempo? Qual desculpa escolher? Melhor não me desculpar, quero apenas correr por estas linhas, me sentir livre pulando de palavra em palavra, sentido o gosto de cada verbo que me coloca em ação, me impulsiona, me faz realizar. Exatamente agora, se alguém me perguntasse como me sinto, a resposta seria: -Muito feliz! Não tenho nada com que me preocupar, estou entregue a este momento a cada movimento das minhas mãos que se agitam sobre o teclado em busca das palavras perfeitas que vão enfeitar as páginas desse diário, empoeirado e esquecido. Ocorre que no silêncio, muita coisa acontece. Mesmo no invisível, no inaudível, a mente esta criando, abrindo espaço ou fechando. Depende do pensamento... Não sei sobre o que quero falar, mas estou falando, deixando fluir, me procurando.... Tropecei e cai no silêncio, mais uma vez... Publicado por Juliana Gallicchio em 25/01/2010 às 23h02
![]() 15/05/2009 13h54
Que saudade do meu diário...
Caro Diário, o abandonei por um longo tempo, eu sei! Publicado por Juliana Gallicchio em 15/05/2009 às 13h54
![]() 17/04/2009 08h32
Diálogo Interior
-Quantas vezes mais terei que renascer? -Muitas, inúmeras, sempre.... -Dói muito, a casca está cada vez mais dura e ferina -E você, cada vez mais forte e destemida -Destemida? Se assim estivesse não haveria razão para o medo. - O medo só existe porque não acredita na coragem, porque insiste em olhar apenas para uma face... Publicado por Juliana Gallicchio em 17/04/2009 às 08h32
![]() 21/03/2009 11h40
Sombras
Publicado por Juliana Gallicchio em 21/03/2009 às 11h40
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A Voz do Silêncio
Querido leitor, bom dia!
Há muito tempo eu li uma obra de Helena Petrovna Blavatsky que me tocou profundamente - "A Voz do Silêncio". Tive a sorte de conseguir a tradução de Fernando Pessoa que com sua genialidade, deu um toque mais do que especial à algo que é transcendental. Hoje, mexendo nos meus arquivos, encontrei um trecho que havia separado e ao reler fui tomada por tamanha sensação de bem estar e plenitude. Resolvi, então, compartilhar : “ Vê, ó ditoso peregrino! O portal que tens diante de ti é alto e largo, parece de fácil acesso. A estrada que o atravessa é reta, suave e relvada. É como uma clareira cheia de sol no meio da floresta escura e funda, um lugar na terra refletindo o paraíso de Amitabha. Ali rouxinóis de esperança e aves de penas radiosas cantam em bosques verdejantes, trilando triunfos aos peregrinos sem receio. Passa, segue para diante! Trouxeste a chave :”
( A Voz do Silêncio - Helena Pretrovna Blavatsky ) ...Na minha humilde opinião, a chave é nada mais, nada menos que: A própria VONTADE DE DEUS presente em ti! Tenha um lindo dia! Abraços fraternos! Publicado por Juliana Gallicchio em 31/01/2009 às 11h53
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